Sou uma garota
Que vive no fundo de um sótão
E ninguém sabe onde fica!
Monstros em armários,
Faunos que cantam
E ninguém sabe encontrar!
Sou uma garota
Que domestica demônios
E os transformo em belas fadinhas!
O céu do meu sótão
É purpura crepuscular
Cercado de floresta coloridas!
E quando o relógio bate a uma,
Todas as caveiras saem das tumbas
Quando o relógio bate as duas,
Todas as caveiras vão para as ruas
Quando o relógio bate as três...
Todas as caveiras perseguem vocês!
Bem vindos ao meu mundo de fantasia!
Bem vindos a Lavinya!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Déjà vi
Toda a dor,
o ódio,
Oh Deus, não.
Todo o ardor,
O sofrimento,
Meu Deus
Vejo a água
Todo o sangue
De onde veio?
Vejo a água
Todo o sangue
Mar vermelho...
Chuva de lágrimas,
Crianças,
Para onde foram?
Árvore de fogo
Poeira,
Radioativos!
Vejo no céu
Todos os rostos
desaparecendo.
Vejo no céu
Todos os mortos
desvanecendo!
Podíamos ter
O nosso Deus
Ao nosso lado...
Vejo nos destroços,
Ele não veio,
Ele não veio...
O amor,
O sol
Escureceram!
O pavor,
O Mal
De novo e novamente...
Vejo a morte,
a loucura
Em minha mente.
Vejo a morte
Enquanto pura
Sorridente
Morte e agonia
Caminham juntas,
De braços dados
Vejo os vivos
Apodrecendo,
Apodrecendo...
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