sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Bons tempos para mudanças,
Com aquele olhar brilhante ao redor
Que permite ao homem ver o melhor
Então eu imploro, imploro, imploro...
Deixe-me ir atrás do que desejo conquistar
Já não tenho sonhos faz algum tempo
Nem tenho esperanças de voltar atrás
Mas, oh, não me prive jamais
Deixe-me ir atrás do que desejo
Como se pela primeira vez...
Oh! Como se pela primeira vez...
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Livre Feito Folha ao Vento
Um dia te disse o quanto eu era livre
E noutro o quanto eu era aventureiro
Mas num segundo você cortou minhas asas
E prendeu-me num cercado com poleiro
Ah, como eu ansiava retornar a liberdade
Como prisioneiro em seu cativeiro...
A como ansiava a aventura, de verdade
Tenho alma de passarinho aventureiro!
Não que eu não te amasse tanto assim,
Mas também não sei tanto sobre amores...
Apenas mantinha um certo respeito sobre mim,
e irei seguir-me onde quer que eu ou meu reflexo for
Ah, a dor fisica
Ah, a dor do sentimento
Nada se compara com o privar da liberdade
A uma alma aventureira que caminha com o vento
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Eu acredito em sonhos...
Pelo mundo,
Mariposas e borboletas.
Bater de asas, vendaval...
Pela janela,
Cidade cinzenta,
Garoa, chuva, temporal...
No quarto,
Alma adormecida,
Silênciosa e imortal...
Nos campos,
Flores, orquideas...
Imenso quintal.
No mar,
Estrelas e marolas.
Reflexo do Luar.
No céu,
Venus afrodisiaca
e nada mais.
Na rocha,
Dura frieza,
Cicatrizes abertas...
No passado
O que passou
E nao irá voltar
No futuro,
O que vem
E o que virá...
Do presente,
Nada sei...
O que falar?
E sobre mim,
Desacordado...
Apenas sonho,
Apenas vago,
Andarilho solto
No próprio imaginário...
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Ecoando
São sussurros... sussurros... tantos...
São sussurros... murmúrios... canto...
Pedras pelo caminho
Então eu pulo uma a uma
Seguindo sozinho
Então eu pulo uma a uma
Continuo perdido
A liberdade me sorri
São como luzes acesas
Todas pra mim
São como luzes acesas
Iluminando aqui
São sussurros...
O medo se despede
Não tenho tempo a perder
Não abrigo o tédio
Não tenho tempo a perder
Estou no topo do prédio
Então vou abaixo
São vaga-lumes, são mariposas
Num belo espetáculo
São vaga-lumes, são mariposas
Seguindo os meus passos
Ouço murmúrios
É chama acesa, é brasa e cinzas
Caótico, meu mundo de orgulho
Ele brilha no escuro
Ele brilha no escuro
São sussurros... murmúrios... canto
Ecoando profundo
Do alto do prédio,
Enquanto danço no escuro,
Enquanto danço no escuro...
sábado, 22 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Gênesis
No ínicio éramos vazio e escuridão
Pele negra, dura e lisa,
Sem pulso, sangue ou coração
Como pedras, mámore fria.
Pairavamos leves sobre as águas
Não havia carma, medo nem cruz
Feito sombras, ninfas ou fantasmas
Então eis que houve a luz!
De repente
Iluminado, tudo era diferente
Nada era para sempre
A razão nos foi imposta de presente...
De repente
Cresceram chamas em nosso ventre
Agora somos existência triste
Méros mortais decadentes
Nossos pés foram atados,
Nossos olhos foram vendados,
A deriva fomos deixados,
Culpados por todos os pecados.
Nossa grande lingua bifurcada
Em silvos, palavras, torna-se-ão em armas.
Bem sabemos
Que neste mundo não valemos nada
Nem nosso sangue, suor ou nossa alma...
Então gritaremos bem alto,
mesmo sem saber teu nome
Sem mesmo saber se anjo ou se homem!
Nunca iremos partir,
E jamais iremos desistir.
Amanheceremos fixando nossas próprias lápides!
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Casta volupia nostalgica de um poeta sem sonhos
Borboletas em pleno voo
O prazer fluindo em jorro
De minha alma vertia
A mais pura poesia
Mas ingeri nostalgia
Condenado fui,
Sem direito à socorro
Ilusão por ilusão,
Anoesía em suas mãos,
Inebriando meus sentidos
Intruso em meus domínios
E pensamentos corrompidos,
E quem comigo esta?
Minha doce solidão,
[...]
E esse silêncio estrondoso...
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Mundo Subterrâneo
Algumas vezes
Sentir-se-ia como vivo
Ainda que morto estivesse
Mesmo que no teu casulo subterrâneo nada viste
Tu dirias estar tão profundo quanto Alice
Num país de alegorias silvestres
Mas o que podes dizer já que esta aí embaixo
Quem poderia te escutar do fundo deste gigantesco penhasco?
Tua vergonha contida já ocultou até mesmo os teus braços
Então é isto
Se perdeu no caminho de volta
Então é isto
Se perdeu ao sentir que sentia a tua própria falta
Então é isto
Caiu na tua própria obscuridade
Então é isto
Foi soterrado pela tua rainha - Insanidade
E foi assim
Que do ínicio pulas-te para o fim
E foi assim
Que apodreceu e se perdeu todo o teu jardim
E foi assim
Que a tua luz sofreu eclipse total
E foi assim
Que a tua escuridão se tornou o teu próprio mal
A cidade morre
As ruas gemem, as luzes piscam
E dos teus pulsos brotam...
As lâminas cortam
A poça cresce, o sangue verte
E pela vala escorre.
Sim, eu sei o que tu sentiste
Foi como um cancer negro no teu coração
Neste momento foi que se esvaiu a tua calma
Foi aí que tu submergiste na lama
Foi aí que tu libertas-te tua alma...
Então foi isto
Uma estrada bifurcada, dois caminhos sem saída
Então foi isto
Entre sorrisos e risadas quase sempre retraídas
Você se foi por hoje
Encontrou o teu lugar em meio as cinzas
Você se foi por hoje
E deixaste tua vida pela metade
Fugiste da tua própria realidade
Não terminastes de escrever tuas rimas...
Porém encontraste o teu lugar em meio as cinzas.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Amor de Perdição
Assim como um corte profundo
Como se fosse hoje o fim do mundo
Amor de perdição
Me persegue, me convoca e me assola
Me distrai, me hipnotiza, me ignora
Mas ainda pulsa no meu coração
Me testa e corrompe com olhares
Me afogo no mais profundo dos mares
Navegando nessa embarcação
Controlado, afundo na sua ausência
Porém me sufoco na sua presença
Mar de ilusão
Como numa dança não muito rítmica
Mostra suas presas e me toma por vitima
Numa graciosa satisfação
Me cega, me prende, me incendeia
Sou seu desejo, meu néctar e suor são sua ceia
E em trapos começa a infusão
Numa felicidade e ferocidade animalesca
Sussurra baixo, muito baixo... Carne fresca
E desabo em suas mãos
O sangue a ferver correndo por minhas veias
Descubro agora que estou preso demais em suas teias
E o próximo passo é a minha solidão
Do que vivo? De planos e planos
Passam-se dias, meses, quiçá anos
E percebo que esse amor é do mais puro veneno
Daquele que pode matar mas nos torna plenos
Bebo desse cálice então cada gota espalhada pela borda
E sinto que além dessa louca insanidade mais nada importa
Assim como o mais belo dos véus
Ou como o mais culpado dos réus
Amor de perdição
Do teu corpo, alma e sentimentos
Da tua língua, e palavras ao vento
Teu repouso é a hora mais tranquila de toda essa confusão
Em silencio...
Noite adentro
Que as dríades nos abençoem
Meros humanos pecadores
E que afastem de nós esse nevoeiro
Amor! Sentimento traiçoeiro
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Uivo
Pecados pendurados por todo meu corpo
Sonhos que terminam onde comecei
Lembranças cantadas adocicam o gosto
Daquele silencio que eu mesmo criei
Como se o destino fosse assim
O mundo em minhas costas, o peso
Uma trilha, um caminho sem fim
Cada vez mais fundo e preso...
Sinto em minha pele, em minhas mãos
Em meus ossos que se quebram.
Sinto que me fere, coração...
O motivo é um mistério
Não há paraiso neste inferno
Não há nada antes, não há nada além
Continuo uivando em desespero
Não há nada no caminho - algo, alguém...
Como o fantasma da existência
Nem morto, nem vivo
Como o fantasma da inocência
Nem morto, nem vivo
[...]
Sou fantasma, sou ausência
Morto vivo já não sou ninguém...
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Canção de Ninar...
Observando a beleza da distância
O mistério do disfarce, do oculto
O poder de sedução do obscuro
O ritimico balé das ondas em pura ancia
Dançando eternamente sem parar...
Detida na margem do oceano
Quero entregarme por inteira
Mas continuo a observar da beira
Fascinada pela euforia do insano
Que dança em minha mente
Enquanto me afoga à cantar
De-me seus devaneios mais profundos
Deixe-me leva-los para distante
Apagar sorriso e instante
E tomaremos juntos deste cálice imundo
Cheio, já transborda de morte, nectar e agonía
Não se assuste caso sua chama se apague
Sinta-se penetrar nas sombras
Torne-se vazio e escuridão...
terça-feira, 8 de maio de 2012
Antro[Auto]P[siA]ologiA
Descomplicando é que me complico
Fugindo de tudo me privo do risco
Me privo da dor, da anoesia e da solidão
Mas me privo também do amor,
Da poesia e da decisão...
Uma duvida eterna, que por minhas pernas
Se enrosca e aperta
Me incentivando a continuar sem ação
Quem sabe ela esteja certa...
Mas é essa duvida, essa pequena pergunta
Que me corta as asas
Que me deixa as traças
E sem nunca poder decifrar minhas indagações
Posso tentar voar, mas seria perigoso
Um perigo daqueles que pode matar
Não da morte que conhecemos - seria desastroso
Mas morrer por dentro
E nunca mais poder sonhar...
sábado, 10 de março de 2012
Solidão, diga-me...
Então ela me disse
O amor cresce criando milhares de raízes
Profundas, perfuram a alma e suas matrizes
Deixando cravadas belas e solitárias cicatrizes
Então ela me disse
Quanto mais difícil mais bela a vista
Intenso prazer da perda, da inconquista
Dor selvagem, constante, confortante e infinita
Então ela me disse
O medo arde aos olhos como o fogo
Invade a mente, com calma e aos poucos
Antes dormir para sempre do que viver absorto
Então ela me disse
Qualquer sinal de afeto sera invalido
A ausência é um momento involuntário
Seus acertos, serão todos, quase sempre falhos
Então ela me disse
Respire fundo enquanto ainda houver vida
Nada é para sempre e o sofrimento nunca termina
E sempre haverá espaço para mais e mais feridas
Então foi o que ela disse
Ecoando profunda dentro de mim...
O amor cresce criando milhares de raízes
Profundas, perfuram a alma e suas matrizes
Deixando cravadas belas e solitárias cicatrizes
Então ela me disse
Quanto mais difícil mais bela a vista
Intenso prazer da perda, da inconquista
Dor selvagem, constante, confortante e infinita
Então ela me disse
O medo arde aos olhos como o fogo
Invade a mente, com calma e aos poucos
Antes dormir para sempre do que viver absorto
Então ela me disse
Qualquer sinal de afeto sera invalido
A ausência é um momento involuntário
Seus acertos, serão todos, quase sempre falhos
Então ela me disse
Respire fundo enquanto ainda houver vida
Nada é para sempre e o sofrimento nunca termina
E sempre haverá espaço para mais e mais feridas
Então foi o que ela disse
Ecoando profunda dentro de mim...
sábado, 3 de março de 2012
Solitude
Lembranças de um tempo
Tão próximo, tão intenso
Ainda sinto o toque suave
O hálito quente e fresco
Quase adormecido
Ao seu lado, meu amigo
Suas mãos, seus lábios
Me tirando o juízo
Cego não pude enxergar
A luz e o brilho do seu olhar
Me entreguei a dor e ao ódio
De minha mente, corpo e alma
Aquecido pelo sol de inverno
Perdido em meu próprio inferno
Estasiado pelo seu perfume
Aroma profundo, suave, terno
Paraíso foi estar ao seu lado
Querubim - Meu bem amado
Vou esperar o tempo que for
Mesmo o gosto sendo amargo
Porque tudo o que preciso é amor
Tudo o que precisamos é amor
Coração em estilhaços
Ferido, vazio, sufocado
Amor, eu lhe imploro!
Não desista por favor...
Tão próximo, tão intenso
Ainda sinto o toque suave
O hálito quente e fresco
Quase adormecido
Ao seu lado, meu amigo
Suas mãos, seus lábios
Me tirando o juízo
Cego não pude enxergar
A luz e o brilho do seu olhar
Me entreguei a dor e ao ódio
De minha mente, corpo e alma
Aquecido pelo sol de inverno
Perdido em meu próprio inferno
Estasiado pelo seu perfume
Aroma profundo, suave, terno
Paraíso foi estar ao seu lado
Querubim - Meu bem amado
Vou esperar o tempo que for
Mesmo o gosto sendo amargo
Porque tudo o que preciso é amor
Tudo o que precisamos é amor
Coração em estilhaços
Ferido, vazio, sufocado
Amor, eu lhe imploro!
Não desista por favor...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Aleivosia [Traição]
Não podemos mais ignorar
Sabemos de quem é a culpa
Velhas ilusões
Silênciosas canções
Éramos humanos, mundanos
Crianças sem planos
Obra-prima imperfeita
Por motivos insanos
Sacrificados pelo desejo
Mas sou eu quem paga o preço
Cortando meu coração
Sangrando em minhas mãos
Éramos vivos, despertos
De braços abertos
Ao tudo e ao nada
Até que um dia acaba
Misericórdia de mim
E palavras ao vento
Amor violento
Amor violento
Seguindo aos confins
Perdido no tempo
Amor violento
Amor violento
E aquele foi nosso ultimo beijo...
Sabemos de quem é a culpa
Velhas ilusões
Silênciosas canções
Éramos humanos, mundanos
Crianças sem planos
Obra-prima imperfeita
Por motivos insanos
Sacrificados pelo desejo
Mas sou eu quem paga o preço
Cortando meu coração
Sangrando em minhas mãos
Éramos vivos, despertos
De braços abertos
Ao tudo e ao nada
Até que um dia acaba
Misericórdia de mim
E palavras ao vento
Amor violento
Amor violento
Seguindo aos confins
Perdido no tempo
Amor violento
Amor violento
E aquele foi nosso ultimo beijo...
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Carnificina Metálica
Nós somos os donos da terra
Nós somos os donos do mundo
Mas já chegamos tão fundo
Que, ahh...
Holocausto! Exorcismo!
Nos chamamos donos da terra
Nós temos poderes sobre ela
Mas com essa repentina confusão
Será preciso uma represália
Algumas vezes um tirano mandando
E outras vezes continuamos marchando
Quem escapar do nosso exercito
O inevitável estará evitando
Chuva! De fogo!
Vindos na nossa direção
Cheios de graça, promessas, e ilusão
E acreditamos nas palavras daqueles que nunca sujam as mãos
Chuva! De novo...
Porque apenas nós todos?
Nós somos os donos da terra
Nós somos os donos do mundo
Mas já chegamos tão fundo
Que só restaram as migalhas!
Nós oferecemos nossos corpos a buracos
Somos os prisioneiros dos nossos atos
Amamos sangue, que pelo caminho ficam em poças
Amamos todas as verdades, quando é a nossa própria
Retaliação, Carnificina
Terrorismo, Possessão demoniaca!
Nós somos os donos da terra
Nós demos a volta no mundo
Mas já chegamos tão fundo
Que não importa mais...
E quem sabe um dia vamos acabar nos preocupando
Serão nossos filhos os próximos nesses campos?
A ignorância que cresce profunda continua ganhando!
Uma guerra mórbida, lutada o tempo todo em vão
Nós demos a volta no mundo
Mas já chegamos tão fundo
Que não importa mais...
E quem sabe um dia vamos acabar nos preocupando
Serão nossos filhos os próximos nesses campos?
A ignorância que cresce profunda continua ganhando!
Uma guerra mórbida, lutada o tempo todo em vão
Humanos!
Vocês são a besta, a fera
Com suas muitas cabeças
E seus braços cruzados assitindo
Vocês são a besta, a fera
Com suas muitas cabeças
E seus braços cruzados assitindo
Enquanto o mundo se esfarela!
Nós somos os donos da terra
Nós somos os donos do mundo
Mas já chegamos tão fundo
Que só podemos continuar caminhando...
Então continuaremos marchando...
Eles estão marchando...
Então marche!
Marche!
Marche!
Nós somos os donos da terra
Nós somos os donos do mundo
Mas já chegamos tão fundo
Que só podemos continuar caminhando...
Então continuaremos marchando...
Eles estão marchando...
Então marche!
Marche!
Marche!
Nébula
Querida, querida...
Apenas me permiti outra saída
Afastei-me de seus espinhos e pregos
Feliz por deixar de ser tão cego
Querida, querida...
Não se preocupe com minha partida
Pois nem o para sempre é eterno,
E nem todo o fim termina...
Confusa e nebulosa
Maldita sina que herdei
Caçadora voraz que me devora
Desejo masoquista que criei
Sim, talvez o tempo esteja aberto.
Talvez o errado seja o certo.
Enquanto almas queimam no seu paraíso
Belas flores nascem no meu inferno...
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Casulo
Velhos sussurros a me atormentar
Em noites eternas e sem estrelas
Posso ouvi-los sim, posso ouvi-los rir
Em noites eternas e sem estrelas
Posso ouvi-los sim, posso ouvi-los rir
Chamando meus demônios para brincar
Enquanto envelheço minha carne apodrece
O tempo passa mas não retrocede
Gosto de manter abertas minhas feridas
Sem medo de ser uma decisão egoista
O tempo passa mas não retrocede
Gosto de manter abertas minhas feridas
Sem medo de ser uma decisão egoista
E eu fui um tolo e um cego incapaz
Não consigo deixar o que passou para trás
Já não sei porquê ainda sinto arder
Todo esse medo e essa vontade de pular
Não consigo deixar o que passou para trás
Já não sei porquê ainda sinto arder
Todo esse medo e essa vontade de pular
Eu me cansei de abrir todas essas portas
Esta noite colocarei fogo nesse labirinto sem volta
Gosto da sensação das chamas
O calor aquecendo minha pele morta
Esta noite colocarei fogo nesse labirinto sem volta
Gosto da sensação das chamas
O calor aquecendo minha pele morta
Então volto a alimentar minha solidão
Mergulhando na escuridão
É como uma fagulha de esperança ainda viva
Tremeluzindo enquanto é engolida...
Mergulhando na escuridão
É como uma fagulha de esperança ainda viva
Tremeluzindo enquanto é engolida...
É difícil respirar
Quando a vida foge das suas mãos
É difícil gritar
Quando se esta enterrado bem fundo no chão
Quando a vida foge das suas mãos
É difícil gritar
Quando se esta enterrado bem fundo no chão
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