sábado, 10 de maio de 2014
Meu belo Frankenstein
Esqueléticos cinco dedos, feito aranha arranha meu peito. Sombrios olhos negros, feito sombra me assombra em segredo. Selvagens caninos pontiagudos, feito fera dilacera minha alma inteira. Lodosos cabelos escuros, feito galhos de carvalhos em sua cabeça. Taciturno, capa em revoada, feito bandeira negra oculta e obscura . Mas o que realmente me devora são suas palavras, hipnóticas e cheias de um vazio sem beira nem fundo... Ecoando minha submissão poética! Tornando visível minha paixão patética...
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