Não quero perde-lo, não quero perder!
Eu nunca soube, nem saberei!
Minha carne é fraca, meu sangue vermelho
Cravei uma estaca no meu próprio peito...
Não queria detê-lo, foi o que pensei!
Eu não imaginava, nem planejei
As minhas lágrimas ainda escorrem
Suas palavras ainda me consomem
Só quis ama-lo e mais ninguém...
Você dizia que nunca o amei
Mas eu nunca sangrei por outro homem...
E meus olhos gritam
Vazios e sem emoção
"A luz no fim do túnel, é morte, é morte!A luz no fim do túnel, é sorte, é sorte..."
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